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Na rota da cerveja, pela República (T)checaOs amantes da cerveja, encontram na República (T)checa bons motivos para enriquecer o seu conhecimento e paladar sobre a bebida. E até tomar banho na própria cerveja (massagens com malte e banhos de lúpulo são algumas das formas que os tchecos utilizam para manter a pele bem hidratada).
Percorrer as muitas cervejarias de Praga já seria suficiente para qualquer apreciador da bebida, mas se a cerveja for o tema da viagem não poderá faltar a visita a Plzen que, como o nome sugere (mesmo sem o i de Pilzen) é a cidade da cerveja. Internacionalmente conhecida pela sua cerveja vermelha, a Pilsner Urquell, Plzen fica a menos de 100 km de Praga e orgulha-se de ter produzido a primeira cerveja tipo pilsen do mundo, nos idos de 1842, cuja fábrica ainda lá está, em plena produção. É lá que é feita a Pilsner Urquell e também a Plznské pivo. A cidade, fundada em 1295 por Venceslau II, abriga, naturalmente, um Museu da Cerveja e muitas casas de arquitectura gótica, renascentista e barroca, que lhe conferem um ar todo especial. Mas nem só de bebida é feita a cidade que guarda factos importantes como ter sido famosa, na Idade Média, como centro da cultura da região da Bohemia, e local onde foi publicado o primeiro livro em idioma (t)checo. Mais ao sul de Praga fica a cidade de Ceske Budèjovice, igualmente famosa pela cerveja que produz, a levemente adocicada Budweiser Budvar (nada a ver com a homónima norte-americana). Chamada pivo, a cerveja é um dos orgulhos nacionais sejam claras, escuras, avermelhadas, artesanais ou industriais. Apenas nas regiões da Moravia e da Bohemia, antigos reinos, há mais de cem fábricas de cerveja. No que diz respeito à degustação da cerveja, a melhor rota fica mesmo por conta das cervejarias, geralmente abastecidas, cada uma delas, por uma única marca de cerveja nos seus vários tipos. Entre as marcas mais populares estão as pilsens Plzenké e a Gambrinus, a Staropramen, a Velkopopovické, além das cervejas de fabricação própria servidas em bares tradicionais como o U Flecku, em Praga, que, segundo consta, já fabricava, em 1459, a sua própria cerveja, escura e forte, conhecida como tmáve. No roteiro pelas cervejarias é importante saber que, diferentemente de outros países, não é necessário pedir a próxima cerveja; na grande maioria delas vai-se sendo servido continuamente, até quando quiser parar. Spa da Cerveja Já imaginou entrar numa banheira de cerveja? Diz quem experimentou que a sensação é tão inebriante e única que os spas de cerveja estão a multiplicar-se pela República (T)checa. O que os frequentadores mais gostam é, inicialmente, do aroma da levedura do malte e do lúpulo acrescido do envolvimento do corpo no líquido viscoso. Sensações à parte, os spas de cerveja fazem sucesso também pela promessa de saúde, bem-estar e a oportunidade de tomar banho na sua espuma favorita. Nesses spas as banheiras são como grandes jacuzzi que produzem movimentos e jactos, produzindo ainda mais espuma. A cervejaria Chodovar em Chodova Plana já oferece o serviço de spa usando cerveja escura . O sucesso é explicado também pelos benefícios que o banho de cerveja pode fazer à pele graças às vitaminas da levedura de malte, presentes na bebida. Tudo acompanhado, naturalmente, de generosas canecas de cerveja, enquanto se banha. O banho é preparado na proporção de 50% de água mineral e 50% de cerveja preta a uma temperatura de 34 graus e dura 20 minutos, seguido por um rápido mergulho na piscina do spa e, quem quiser continuar o tratamento, poderá ainda recorrer às máscaras faciais e às massagens. Alimento, medicamento, bebida Foram os celtas quem primeiro fabricaram a cerveja, no território que hoje compreende a República (T)checa, considerada então não apenas a bebida refrescante mas um medicamento para vários males e ainda alimento, o verdadeiro "pão líquido". O lúpulo entrou na sua fabricação através dos eslavos e documentos mostram que, durante o reinado de Vladislau II, em 1088, já se fabricava cerveja naquele território. Na Idade Média, mosteiros e cidades tinham autorização para a fabricação das cervejas e aos cidadãos comuns restava o direito de pedir autorização para fabricar a sua própria bebida. Negócio tão lucrativo tinha as suas barreiras comerciais: ninguém poderia importar cerveja de locais a menos de 10 km de distância. Da produção individual, a cerveja passou a ser feita em fábricas municipais e a nobreza logo abriu as suas próprias indústrias limitando o direito das cidades e gerando, é claro, inúmeros conflictos. O Brasil tinha apenas 17 anos de descobrimento quando foram estabelecidas as primeiras regras para a fabricação da bebida, num acordo que perduraria até 1869. Em meados do século XIX ocorreram as mudanças na forma de fabricar a cerveja, época em que se fundou a fábrica de cerveja em Plzen onde o mestre cervejeiro Groll inventou a cerveja loira, a Pilsen, tornando-se logo, a favorita na República (T)checa e, depois, também no mundo. Aroma intenso, coloração mais forte, sabor típico fazem dela um sucesso internacional e merecedora das bênçãos de São Venceslau, o padroeiro das cervejas. Por Leandro Amaral para o "Jornal da Orla" Exposição sobre José Saramago abre hoje em Lisboa
Proposta do Governo para a revisão do Código do Trabalho penaliza empresas com contratos a prazo
Governo propõe alargamento das licenças parentais
19 de Abril de 1506 - massacre de judeus na Praça de São Domingos, na baixa de LisboaAntónio Costa, presidente da Câmara de Lisboa, inaugurou ontem o memorial às vítimas judias de 1506:
«Lisboa cidade da tolerância» é o lema de Lisboa para o mundo, anunciou hoje o presidente da câmara, António Costa, durante a inauguração do memorial às vítimas judias de 1506, que ocorreu ontem, na baixa de Lisboa.
Dois monumentos em pedra, um católico e outro judaico, e um mural com a inscrição «Lisboa, cidade da tolerância», em 34 línguas, foram ontem inaugurados pelos representantes da fé judaica e católica, e autoridades autárquicas. O presidente da câmara de Lisboa entende que a tolerância, torna a capital uma «cidade mais atractiva», a todos os níveis, e que fomenta o desenvolvimento humano, económico e social, «para mais no Ano Europeu do Diálogo Intercultural». Os líderes máximos da igreja Católica e Judaica em Portugal, além de entidades civis e de outras religiões, inauguraram o memorial dedicado «às vítimas do massacre judaico de 19 de Abril de 1506», na Praça de São Domingos, na baixa Pombalina, em Lisboa. A comunidade israelita tem cerca de 1.000 seguidores em todo o território e o rabino de Lisboa e líder da comunidade judaica, Eliezer Sahi Di Martino, afirmou que foi «dado o primeiro passo para terminarem as desconfianças» em termos da diferença religiosa e social, entre a população. O líder da comunidade judaica salientou, porém, que «a tolerância ainda não chegou a todo o território nacional», notando-se ainda alguma falta de compreensão pela diferença, no interior e norte do país. O cardeal patriarca de Lisboa, José Policarpo, salientou, por seu lado, que foram dados «os passos para o diálogo com os irmãos mais velhos judeus, no âmbito da paz e da harmonia», e que os «protagonistas da história são as comunidades e não os actos de um homem». Para a Alta-comissária para a Imigração e Diálogo Intercultural, Rosário Farmhouse, «esquecer as mortes é matá-los duas vezes» e que com este acto simbólico «Lisboa torna-se uma referência multicultural, tolerante e criativa» na sociedade global. Os «monumentos» foram executados em mármore, sendo que o judaico em forma de meia laranja, tem uma referência às vítimas de 1506, e o católico formado por diversos blocos rectos com dois metros de altura, tem uma inscrição lembrando, «que não devemos esquecer a triste sorte dos cristãos», naquele lugar, palco de violência do século XVI,. No final dos discursos foram lançadas 12 pombas brancas, como garante da paz na cidade de Lisboa pelas diferentes personalidades presentes. A História... No Massacre de Lisboa de 1506 - também conhecido como Progrom de Lisboa ou Matança da Páscoa de 1506, uma multidão movida pelo fanatismo religioso perseguiu, violou, torturou e matou entre duas mil a quatro mil pessoas, acusadas de serem judias. Isto sucedeu antes do início da Inquisição e nove anos depois da conversão forçada dos judeus em Portugal, em 1497, durante o reinado de D. Manuel I. Cerca de 93 mil judeus refugiaram-se em Portugal nos anos que se seguiram à sua expulsão de Espanha, pelos reis católicos, em 1492. D. Manuel I mostrara-se mais tolerante para com o judaísmo, talvez porque se sabia que os judeus tinham muito dinheiro e sabíam gerí-lo... No entanto, a pressão da Espanha, a partir de 1497, fez com que Portugal forçasse os judeus a converterem-se (cristãos novos) ou então sair de Portugal.
A historiografia situa o início da matança no Mosteiro de São Domingos (Santa Justa), no dia 19 de abril de 1506, um domingo, quando os fiéis rezavam pelo fim da seca e da peste que tomavam Portugal, e alguém jurou ter visto no altar o rosto de Cristo iluminado — fenómeno que, para os católicos presentes, só poderia ser interpretado como uma mensagem de misericórdia do Messias - um milagre. Um cristão-novo que também participava na missa argumentou que a luz era apenas o reflexo do sol, mas foi calado pela multidão, que o espancou até à morte. A partir daí, os judeus da cidade foram o bode expiatório da seca, da fome e da peste: três dias de massacre sucederam-se, incitados por frades dominicanos que prometiam absolvição dos pecados dos últimos 100 dias para quem matasse os "hereges". A corte encontrava-se em Abrantes - onde se instalara para fugir à peste - quando o massacre começou. D. Manuel I tinha-se posto a caminho de Beja, para visitar a mãe. Terá sido avisado dos acontecimentos, quando entrava em Avis, logo mandando magistrados para tentar pôr fim ao banho de sangue. Entretanto, mesmo as poucas autoridades presentes foram postas em causa e, em alguns casos, obrigadas a fugir. Como consequência, homens, mulheres e crianças foram torturados, massacrados, violados e queimados em fogueiras improvisadas no Rossio. Os judeus foram acusados entre outros "pecados", de deicídio = (matar Deus) e de serem a causa da profunda seca e da peste que assolava o país. A matança durou três dias - de 19 a 21 de Abril, na Semana Santa de 1506 - e só acabou quando foi morto um judeu que era escudeiro do rei D. Manuel, João Rodrigues Mascarenhas, e as tropas reais afinal chegaram para restaurar a ordem. D. Manuel I penalizou os envolvidos, confiscando-lhes os bens, e os dominicanos instigadores foram condenados à morte. Há também indícios de que o Convento de S. Domingos (na Baixa) teria sido fechado durante oito anos. No seguimento do massacre, do clima de crescente anti-semitismo em Portugal e do estabelecimento do Tribunal do Santo Ofício — que entrou em funcionamento em 1540, perdurando até 1821 — muitas famílias judias fugiram ou foram expulsas do país, tendo como destino principal os Países Baixos e secundariamente, Veneza, na Itália,França, Turquia e Brasil, entre outros. Mesmo expulsos da Península Ibérica, os judeus só podiam deixar Portugal mediante o pagamento de "resgate" à Coroa. No processo de emigração, os judeus tinham de abandonar as suas propriedades ou vendê-las por preços irrisórios e viajavam apenas com a bagagem que conseguissem carregar. Diário Digital / Lusa A História descrita por Damião de Góis, cronista português do Séc. XVI O Massacre de 1506 ficou como que apagado da memória colectiva, um pedaço de vergonha esquecida que não está nos livros de História, caiu no esquecimento e são poucos os historiadores que lhe fazem referência. O horror e a violência foram descritos e reproduzidos por Damião de Góis, Alexandre Herculano, Oliveira Martins, Garcia de Resende, Salomon Ibn Verga e Samuel Usque. Damião de Góis in «Chronica do Felicissimo Rey D. Emanuel da Gloriosa Memória»:
Ler.., é o melhor remédio!
4月21日 Queen Victoria esteve atracado ontem em LisboaO Paquete Queen Victoria está, desde Janeiro, a percorrer a sua viagem inaugural, dando a volta ao mundo. Em 105 dias percorreu 34 cidades em 23 países.
Dimensões?: 320 m de comprimento
60 m de altura / 12 andares
3 piscinas, casino, spa e fitness, teatro com capacidade para 800 pessoas, são algumas das atracções deste belíssimo navio à sua disposição, isto se estiver disposto a desembolsar um mínimo de 16.000€, se escolher um quarto sem janelas ou 198.000€ para ocupar a melhor suite a bordo..
A capacidade do navio é de 2000 passageiros e tem 1000 funcionários disponíveis para o servir..
Faça as malas e venha a bordo!
Pode fazer uma visita virtual, gratúita, se preferir, através do site http://queenvictoria.cunard.co.uk/virtual-tour.html 4月20日 Estoril Open: desistência de Davydenko dá vitória a FedererEstoril Open: desistência de Davydenko dá vitória a Federer
Davydenko X Federer
20.04.2008 - 16h53 Jornal PÚBLICO
Roger Federer sagrou-se hoje campeão do Estoril Open em Ténis, por desistência de Nikolay Davydenko devido a lesão, na final do torneio que decorria no estádio do Jamor. O tenista suíço garantiu, assim, o seu primeiro triunfo na época.
O anúncio da desistência apanhou de surpresa os espectadores que lotavam o court central, depois de um primeiro “set” muito disputado (7-6) e só decidido no “tie-break”, onde o suíço viria a sobrepor-se por 7-5. Após 1h01m de partida, o tenista russo pediu para ser assistido fora do “court”, o que obrigou a uma pequena interrupção no encontro, mas no regresso conseguiu colocar-se em vantagem, estando a vencer por 2-1. Contudo, no momento da troca de campo, Davydenko comunicou ao adversário que não estava em condições de continuar, alegando uma lesão na perna, o que obrigou o juiz a dar o encontro por terminado. Esta é a primeira vez em 19 edições do Estoril Open que a final do torneio foi decidida por abandono de um dos tenistas, sendo também a primeira vez que o líder do ranking ATP se sagra campeão do mais importante torneio de ténis disputado em Portugal. Para além do habitual troféu em porcelana da Vista Alegre, Federer recebeu um cheque de 59.100 Euros. 4月11日 Mas quem é que quer boicotar os Jogos Olímpicos de Pequim?NINGUÉM!
Basta que os chineses saiam do Tibete, e voltem para o seu país, para que tudo fique na santa paz!
A China procurou desde o século XVII o domínio desta imensidão de montanhas e mosteiros de Lamas, (não se percebe bem porquê... - afinal têm tanto território!)Atingiram esse objectivo em meados de séc. XX, quando em Pequim o domínio chinês sobre o Tibete foi proclamado. O país recuperou a sua independência em 1912, quando ocorreu a queda e ruína do sistema imperial chinês. A independência do país era frágil, à mercê de potências estrangeiras e em 1914 deu-se o Tratado de Simla, em que Britânicos, Chineses e Tibetanos dividiram o Tibete em várias regiões, que não fortaleceram a autonomia do país. Entre ambas as Grandes Guerras, o Tibete foi perdendo interesse internacional e tornando-se um assunto praticamente chinês, mas sem grandes atenções de Pequim.
A China nunca tinha renunciado ao interesse histórico da ocupação do Tibete, o que foi exercido pelo regime comunista liderado por Mao Tse Tung (1893-1976), que ordenou a sua invasão em 1950. 40 000 Soldados chineses, entraram em Outubro daquele ano em Llasa, capital histórica do Tibete e em 1951 o país ficou sob controlo total da China. A intervenção chinesa culminou na derrota da revolução tibetana em 1959, com a perda de milhares de vidas entre os revoltosos e os bombardeamentos de mosteiros e aldeias. O 14.º Dalai Lama, Tenzin Gyatso e mais 100 000 seguidores fugiram então para a Índia, onde estabeleceram uma capital no exílio, Dharamsala, com um governo tibetano. Até 1969 contaram com o apoio da CIA, mas depois os americanos "desapareceram" da rectaguarda do movimento e a oposição enfraqueceu. Em 1965, Pequim secularizou o Tibete, retirando poder aos Lamas e nacionalizando os bens dos mosteiros. Mais de 6.000 mosteiros budistas tibetanos foram encerrados durante a Revolução Cultural chinesa, e milhares de monges e monjas foram expulsos ou mortos, na sua maioria durante a mesma.
Em 1965 Pequim decretou a autonomia do Tibete, mas com limites geográficos que não correspondem ao Tibete histórico, com todas as regiões de maioria étnica tibetana, divisão essa que foi uma das razões da revolta de 1959, que já se sublevara também contra esta divisão do povo e do seu país. Até 1976, durante o governo de Mao, as atrocidades foram inúmeras, milhares de tibetanos sucumbiram perante a opressão da Revolução Cultural (terminada em 1976). Apenas com o advento dos sucessores de Mao, mais reformistas, se mitigou um pouco a opressão sobre o povo e nação tibetanos. Em 1979 começaram-se mesmo algumas reformas económicas. Admitem-se conversações secretas entre o Dalai Lama e Pequim, até meados dos anos 80, sem grandes resultados. Os Tibetanos obtiveram o apoio do Congresso dos EUA e a concessão do Nobel da Paz ao Dalai Lama, em 1989, com o movimento tibetano a ganhar visibilidade internacional crescente e apoio da comunidade internacional, cada vez mais crítica da soberania de Pequim sobre o Tibete. Os Lamas voltaram a ter liberdade religiosa no Tibete, mas só se não pusessem em causa o domínio chinês no país. Os nacionalistas tibetanos reiniciaram a luta contra Pequim, com os confrontos étnicos violentos a surgirem, com a população chinesa do país, desde 1987. O Ocidente apoia a causa tibetana e o Dalai Lama, mais espiritualmente do que política ou militarmente, com receio do poder da China e da reacção de Pequim, principalmente da sua ala conservadora, que exige mais opressão no Tibete e recusa negociar com os exilados. Desde 1999, ano da integração definitiva de Macau na China, depois de Hong Kong (1997), concedeu-se plena autonomia ao governo de Llasa em todas as matérias menos em questões de relações internacionais e de defesa.
É possível constatar a vida no Tibete livre, antes da invasão chinesa, através do livro/filme "7 anos no Tibete", protagonizado por Brad Pitt
A luta pela autonomia do Tibete continua a ser levada a efeito fora deste país, com o apoio de boa parte da comunidade internacional mas, de uma forma muito cautelosa porque a China é uma potência e, à conta deste "capricho", pode muito bem desencadear a terceira guerra mundial. Estoril-Open começa amanhã, 12 de AbrilCompre bilhetes e saiba mais, através do site:
(número 1 Suiço vem a Portugal) Lâmpadas de Baixo-consumo - saiba mais..Iluminação A iluminação numa casa é responsável por cerca de 10 a 15% do consumo de electricidade total da habitação, o que corresponde a uma emissão anual de 450g de CO2 equivalente (450 000 000 000 g). A escolha da iluminação correcta para cada divisão, tendo em conta o tipo de actividades que se realizam em cada espaço, é muito importante para um maior conforto e um consumo mais racional de energia, traduzindo-se numa redução da factura da luz, ao final do mês. O uso de lâmpadas tecnologicamente mais eficientes permite poupar dinheiro, por consumir menos energia, e ao poupar energia está a preservar o ambiente. A mudança do tipo de lâmpadas utilizadas é cada vez menos restringida, graças à adaptação das “novas” lâmpadas ao sistema das incandescentes. Actualmente é obrigatória a presença da etiqueta de eficiência energética nas embalagens das lâmpadas, como forma de distinguir as lâmpadas que são mais eficientes, do ponto de vista energético, das que são menos eficientes. É também muito importante reparar na sua classificação quando têm a designação de ecológicas/económicas, pois existem no mercado lâmpadas com esta designação que têm uma baixa eficiência energética (classe D ou menos). É preciso ter também em atenção a potência de lâmpadas que é indicada para os candeeiros. É preferível utilizar menos lâmpadas, mas com maior potência: uma lâmpada de 100 Watts consome a mesma energia que 4 de 25 Watts, mas produz aproximadamente o dobro da luz, no entanto a melhor opção é a utilização de uma lâmpada fluorescente compacta que com uma menor potência atinge o mesmo grau de iluminação.
São quatro os principais tipos de lâmpadas para uso doméstico: Lâmpadas incandescentes
A sua menor eficiência em relação aos restantes tipos de lâmpadas deve-se a ela converter a maior parte da electricidade (90 a 95%) em calor e só uma percentagem muito reduzida (5 a 10%) ser convertida em luz. Daí que passado muito pouco tempo de termos uma lâmpada destas acesa ela ficar bastante quente.
Estas lâmpadas são indicadas para locais em que a iluminação é necessária por curtos períodos de tempo, permitindo-lhes ter um período de vida mais longo devido ao menor desgaste do filamento causado pelo calor gerado na lâmpada, e não justificando o investimento numa lâmpada mais cara.
Lâmpadas de halogéneo São mais pequenas que as incandescentes e são usadas especialmente em instalações com projectores de diversos tipos. A luz oriunda destas lâmpadas distingue-se pelo seu brilho e cores mais vivas e intensas.
Lâmpadas fluorescentes
Estas são sem dúvida as lâmpadas mais económicas: emitem aproximadamente a mesma luz que uma lâmpada incandescente convencional, gastando menos 80 por cento de energia.
Normais
Estas lâmpadas são muito utilizadas pois proporcionam uma boa iluminação, com pouca potência e baixo consumo energético, sendo as mais adequadas para locais com necessidades de longa iluminação. O seu uso é muito vulgar nas cozinhas, mas o seu uso noutras divisões (sala, por exemplo) não se faz por razões estéticas.
Estas lâmpadas têm uma elevada eficácia e um período de vida muito elevado (cerca de 12 000 horas), podendo proporcionar economia de energia até 85 por cento, dependendo do modelo e da potência.
Compactas São especialmente recomendadas quando se necessita de utilização contínua por períodos de tempo superiores a pelo menos 1 hora. Mas actualmente também já estão preparadas para um elevado número de manobras acender/apagar.
Comparação entre lâmpadas incandescentes e fluorescentes compactas Para se perceber bem a diferença de consumo entre uma lâmpada incandescente, tão comum nas nossas casas, e uma fluorescente compacta, muito mais económica, apresentamos aqui uma comparação do uso de um ou outro tipo num período de 5 anos, para 2 lâmpadas que fornecem a mesma luz (fluxo luminoso).
Incandescente
Fluorescente compacta
Potência
100 W
18 W
Fluxo Luminoso
1360 lm
1 200 lm
Tempo de vida
1 000 h
10 000 h
Horas de utilização diária
4
4
Preço da lâmpada
0.72 €
6.48 €
Consumo de electricidade em 5 anos
730 Kwh
131.4 Kwh
Custo
(Kwh a 0.0965 €)
70.44 €
12.68 €
Numero de lâmpadas necessárias nos 5 anos
8
(com mais 700 horas de uso)
1
(ainda com mais 2 700 horas de uso)
Custo com preço das lâmpadas
76.2 €
19.16 €
Como podemos observar, não só o consumo de electricidade de uma lâmpada incandescente é muito maior, mas a quantidade destas lâmpadas que terá que comprar neste período de tempo, custará praticamente o mesmo que uma única lâmpada fluorescente compacta. Para além disso, ao fim dos 5 anos, a lâmpada fluorescente ainda vai durar mais de 2 anos, enquanto que a oitava lâmpada incandescente não chega a durar um ano.
Todos de acordo, "as lâmpadas de baixo consumo duram muito mais e consomem muito menos energia do que uma lâmpada normal".
No entanto estas lâmpadas contêm mercúrio e nunca devem deitar-se fora com o lixo doméstico.
O mercúrio é um metal que se evapora facilmente e cujos vapores penetram directamente no corpo humano (através das vias respiratórias, contacto com a pele ou através da ingestão). Ajude a contribuir para um melhor ambiente! Novela "A Outra", da TVI já é sucesso!Acompanhe a história em:
e assista-a
na TVI a seguir ao Jornal Nacional Corrida da Mulher - 20 de Abril às 10:30 horas, no PORTOEsta é mais uma iniciativa da Runporto.com, que pretende galvanizar a MULHER para a prática da Corrida, e ao mesmo tempo com a sua presença angariar fundos que serão integralmente entregues . A SportZone ao aderir e acreditar neste projecto, está a desempenhar um papel de índole eminentemente social, o que nos leva a pensar, que as empresas podem e devem ocupar um lugar na sociedade, muito para além do seu interesse comercial.
Inscreva-se em http://www.corridadamulher.pt Trabalhar mais do que 40 horas semanais faz mal à saúde4月8日 ECOGRAFIA 3D / 4 D VOLUMÉTRICOECOGRAFIA 3D / 4 D VOLUMÉTRICO
Para esclarecimentos adicionais favor contactar : Booling
Dois turistas portugueses contraíram Dengue depois de uma semana de férias no BrasilDois cidadãos portugueses estão internados com a febre do dengue, confirmou à Antena 1 fonte da Direcção-Geral de Saúde (DGS). Os dois portugueses estiveram recentemente no Rio de Janeiro e em Fortaleza onde contraíram a doença. O estado clínico dos dois doentes é estável.
Em declarações à Antena 1, Ana Leça, da DGS, esclareceu que a situação foi detectada pelos clínicos portugueses que pediram as respectivas análises que vieram «confirmar» a patologia. Os dois portugueses começaram por sentir dores musculares e manchas na pele quando chegaram a Portugal depois de uma semana de férias no Brasil. A DGS esclarece que não há perigo para os restantes passageiros do avião, uma vez que a doença só se transmite através de picada de mosquito. O período de recuperação dos dois turistas será, em princípio de duas semanas. A directora dos Serviços de Qualidade Clínica da Direcção-Geral da Saúde, Ana Leça, disse à Lusa que entre 31 de Março e hoje foram confirmados laboratorialmemte dois casos de dengue, um homem e uma mulher. «São portugueses que em Março estiveram no Brasil e que lá foram picados pelo mosquito», explicou a responsável. Ana Leça garantiu no entanto que «estes casos não representam riscos de saúde pública e não há perigo de importação da epidemia de dengue do Brasil para Portugal», uma vez que a doença não se transmite entre humanos e em Portugal continental não existe o mosquito responsável pela transmissão. 4月6日 Cientistas nos EUA criam rato imune ao cancroPesquisadores americanos da Universidade de Kentucky conseguiram criar em laboratório um rato que é imune a diversos tipos de cancro.Felicidade Interna Bruta (FIB), é índice mais eficaz que PIBO conceito da Felicidade Interna Bruta - FIB, nasceu em um pequeno país chamado Butão, localizado nas encostas dos Himalaias, entre a China, a Índia e o Tibete. A idéia está em demonstrar que o Produto Interno Bruto - PIB, não é o melhor indicador de crescimento e satisfação de uma nação. O PIB mede o valor de toda a produção de bens e serviços finais de um país. É uma espécie de termómetro que indica “a febre” da produção. De forma que, quanto maior for o valor do PIB maior é o nível de crescimento, envolvendo empresas nacionais e transnacionais. No entanto, o rei do Butão insatisfeito com o materialismo do Produto Interno Bruto , criou em 1972 o conceito da FIB. O modelo da Felicidade Interna Bruta - FIB, baseia-se no princípio de que o verdadeiro desenvolvimento de uma sociedade humana se dá quando o desenvolvimento espiritual e material acontecem lado a lado, complementando e reforçando um ao outro. Os princípios de sustentação da FIB são:
Reino feudal dos Himalaias, último reduto do Budismo Mahayana, independente desde 1947, encravado entre a China e a Índia, com perto de 800 mil habitantes, alicerçado numa economia baseada na agricultura, criação de animais, extracção florestal e na venda de energia hidroeléctrica para a Índia e numa sociedade simultaneamente patriarcal e matriarcal, onde o membro que detém a maior estima é considerado o chefe da família, o Butão, inventor do conceito de "Gross National Happiness" (GNH), ocupa o 8º lugar no Worl Map of Happiness e o 13º no World Colour-Coded HPI. Varrido por uma onda de modernidade decretada pelo seu líder secular, tornou-se um case study para economistas, psicólogos, antropólogos e sociólogos: resistirá o "Reino do Dragão Trovejante" e o seu GNH aos ventos democráticos e de modernidade auto-impostos e à incómoda e crescente contestação dos seus 125 mil "imigrantes ilegais"? O Reino do Butão, também conhecido como "The Last Shangrila", iniciou nos últimos anos, de forma cautelosa mas intencional, uma abertura ao mundo: em 1999 a televisão, incluindo as estrangeiras por cabo, foi autorizada. Seguiu-se a Internet e o governo encara mesmo a hipótese de aderir à Organização Mundial do Comércio já que, segundo o World Bank, o Butão deverá nos próximos anos registar um crescimento na ordem dos dois dígitos: o rendimento per capita do Butão situa-se nos 1300 USD e é hoje umas das economias com crescimento mais acelerado em toda a Ásia do Sul. O governo tem investido na modernização do reino, implementando sustentadamente as áreas da saúde, da educação e da exploração do seu único recurso natural abundante: a água, que escorre das vertentes dos Himalaias, que serve para alimentar centrais hidroeléctricas, suprindo as necessidades energéticas do reino, e ainda exportar a maior parte da energia para a Índia, exportação sustentada por um plano hidroenergético nacional tão ambicioso quanto proveitoso. Com base nestes investimentos os indicadores sociais dispararam nas últimas décadas: a mortalidade infantil foi reduzida e os indicadores de frequência e sucesso escolar cresceram a olhos vistos. A indústria continua porém a ser praticamente inexistente mas o turismo dá os primeiros passos, embora os turistas continuem a ser escoltados sempre que se deslocam de estância turística para estância turística. Acontece porém que o Rei Jigme Singye Wangchuck depois de ter criado e implementado em 1972 o revolucionário conceito de "Felicidade Interna Bruta" (GNH), o que torna o Butão o único país do mundo a medir a felicidade dos seus cidadãos, apostou no final da década de 80 numa purga étnica consubstanciada na máxima "uma nação, um povo", cedeu parte dos seus poderes ao primeiro-ministro e fez aprovar em 2005 uma nova Constituição, transformando a monarquia absoluta em monarquia constitucional, democratizando o país. O Rei pretende agora abdicar do trono em favor do seu filho, o Príncipe Jigme Khesar Namgyal Wangchuck, convocar eleições para 2008, numa atitude sem precedentes com a qual obrigou os seus incrédulos e relutantes súbditos a formar partidos políticos para concorrerem às eleições e assim instituir no Butão uma Democracia Parlamentar... por decreto régio. Por vontade expressa de Sua Majestade os cidadãos foram "convidados" a formar quatro Partidos para treinarem o exercício dos seus direitos democráticos e procederem a um simulacro-treino de eleições democráticas: o "Druk Azul" que prometia lutar contra a corrupção e implementar os cuidados gratuitos de saúde e educação, o "Druk Vermelho" que prometia a industrialização, o "Druk Verde" que defendia um desenvolvimento económico em consonância com o ambiente e o "Druk Amarelo" que pugnava pela preservação e promoção da tradição e da rica herança cultural do Butão. Sem surpresas e sem esforço o "Druk Amarelo" ganhou o escrutínio com mais de 44% dos votos expressos, demonstrando cabalmente que o apego "às coisas como estão" é claramente dominante nas opções de vida dos butaneses. As públicas virtudes têm, porém, quase sempre, pés de barro e toda esta febre de abertura democrática é fortemente criticada e contestada pelos refugiados étnicos butaneses, na sua maioria de etnia nepalesa, que foram escorraçados em 1991 do Butão para campos de refugiados da UNHCR no Nepal, ao abrigo da política "um povo, uma nação", e que sofreram e continuam a sofrer na pele o epíteto de "imigrantes ilegais" que o governo do Butão lhes colou à pele como um estigma. Travellers and Magicians (2003). Belíssimo filme do Butão, realizado por Khyentse Norbu, líder espiritual daquele reino. Apresenta hipnotizante fotografia de paisagens e personagens, enquadrando uma história atemporal, mágica e intrigante, numa bem-humorada narrativa do Butão actual. Imagens de um reino aparentemente dividido entre os valores ancestrais e os valores da sociedade ocidental: http://www.imdb.com/title/tt0378906/ |
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